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sábado, 25 de junho de 2011

E vai ser assim durante algum tempo



Não posso dizer que estou de costas viradas para o mundo, mas sinceramente já não me preocupo tanto com que anda à minha volta. Existem coisas que já não quero saber e por isso mesmo sinto-me mais descontraída, despreocupada e livre.
Só devemos dar valor a assuntos realmente importantes e o resto não interessa.

Sim, eu jogo


As raparigas também gostam deste tipo de joguinhos.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Merece ser partilhado


"Eu chamava-lhe poço porque me sentia a cair. Eu chamava-lhe esperança porque me tirou da vida que levava. Eu chamava-lhe conforto porque me sustentava. Eu chamava-lhe pássaro, porque mal o via pousar. Eu chamava-lhe sossego, porque nunca me deu preocupações. Eu chamava-lhe relógio, porque só me tirou tempo de viver.
Eu chamava-lhe amor, e era o que lhe devíamos sempre chamar - porque senão o for, então não vale a pena chamar-lhe mais nada".

Mafalda Macedo

domingo, 12 de junho de 2011

Isto não é bem o que parece


Para todas as mentes perversas que existem, isto são os sinais que existem no metro japonês para as pessoas saberem a quem dar prioridade.